há mais de 2000 anos já se sabia!

Cuidado! Vê o que acontece se não participares. Já Platão o sabia. Quantos mais milhares de anos serão necessários para tu também o saberes?

A injusta repartição da riqueza!

Consideras justa esta repartição da riqueza? Então o que esperas para reinvindicares uma mais justa? alguém que o faça por ti? Espera sentado/a!

Não sejas mais um frustrado/a!

Não há pior frustração do que a que resulta da sensação de que não fizemos tudo o que podiamos!

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EUA... Terra do verniz que estala!

Democracia made in US
EUA, país de oportunidades, de sonho “Americano”, terra prometida da “democracia” e da “liberdade”, baluarte do “mundo livre”. EUA terra de riqueza sem fim, sofisticação de vanguarda e tecnologia avançada. EUA, terá de imagem, néons, luz. EUA, terra de luz que cega, de luz que esconde níveis de pobreza, criminalidade, miséria, violência, desigualdade, ao nível do 3.º mundo. EUA, terá de verniz que estala e descobre uma pele escamada, composta por racismos, xenofobias, corporativismos e feudalismos… Terra de imagem sem substância, império sem história, cultura sem raízes... EUA, país do sonho ganancioso, país do pesadelo social… País de contrastes inultrapassáveis e inaceitáveis, no qual a riqueza não serve a sociedade, serve o ego individualista daquele que se contenta em ser livre… Sozinho!

O Dinheiro e a economia




A questão era muito simples. António José Teixeira, director da SIC notícias, olhando o seu convidado “olhos nos olhos”, como quem quisesse, com esse olhar, transmitir um sinal orientador para uma determinada resposta e, assumindo aquele ar de serena sapiência que aparenta possuir, perguntou:

- Não haverão outras formas de captar receitas para o estado, que não as previstas no Orçamento de 2014?

O “econom***as” que ocupava o lugar de convidado – não me perguntem o nome pois, dada a falta de originalidade do discurso, já não os distingo – assumindo uma postura séria, iluminada e professoral, transmitiu a seguinte verborreia:

- Hummm… Haver há, mas, seja como for, é sempre dinheiro que vai deixar de circular na economia.

AJT, na sua missão de jornalista sério e isento – e que missão árdua tem de assumir – continuou a reflexão com a seguinte questão:

- Mas, acha que o governo não poderia, em vez de cobrar IRS, cortar na despesa. Não haverão outras formas de conseguir esse dinheiro?

Claro que AJT poderia ter dito que poder-se-ia cortar nas PPP’s, nas rendas da EDP, nos pareceres milionários do Júdice, Vitorino e outros, mas não. Poderia também questionar se, em vez de se cobrar no IRS, não se poderia antes cobrar na bolsa, na banca, nas fortunas acumuladas e concentradas, etc… Podia, mas não pode. Não pode? Não, não pode! O digo eu!

Mas, o que será que respondeu o outro “guarda-livros”? Bem, respondeu algo que, nem como piada o poderíamos considerar adequado:

- Veja, meu caro AJT, se o estado cortar na despesa, por exemplo como alguns dizem, se cortar nas PPP’s, esse dinheiro vai deixar de circular na economia. Ora, se o estado não pagar às PPP, esse dinheiro já não pode ser pago em salários e em consumo.

- O mesmo sucede com os impostos. Se o estado cobrar às famílias, elas deixam de consumir. Se o estado cobrar às empresas, aos bancos, etc., estas organizações deixam de utilizar o dinheiro para pagar salários aos seus “colaboradores”. Portanto, meu caro AJT, isto vai dar sempre ao mesmo. É dinheiro que deixa de circular na economia do país.

Este “econom***as” disse isto, com a maior das seriedades, isenção e sobriedade. Claro, para ele o dinheiro ir para uma empresa que o faz sair do país para um paraíso fiscal, ou para uma família que o vai gastar no consumo interno, é a mesma coisa. O dinheiro ir para uma empresa que o vai acumular numa fortuna de um qualquer accionista, ou, paulatinamente, o vai gastar em especulação desenfreada, é o mesmo que esse dinheiro ir ou ficar numa família que o gastará em bem essenciais, ou em poupança que, posteriormente, poderia originar investimento. De facto, tem tudo a ver.

O mais grave disto tudo é que, o sr Director da SIC N, AJT, assiste a isto tudo impávido e sereno, esquecendo-se, nesta altura, do seu papel deontológico de jornalista sério e isento. AJT assiste a esta mentira, omissão ou desonestidade intelectual descaradas e, tudo bem. 

Depois chamam a estes programas, programas de informação.