O Ocidente e o direito à defesa de Israel
Todos ouvimos o coro de figurões proferindo «Israel tem o
direito a defender-se dos rockets do Hamas». São audíveis, também, depois de
proferida a primeira condição, o costumeiro: «desejamos que a via diplomática
prevaleça sobre a via militar». Ou seja, depois de legitimada a barbárie, coloca-se a
alternativa diplomática. Uma espécie de primeiro a tortura, depois a confissão.
Onde é que já vimos isto. Depois, justifica-se a "intervenção" com a legitima defesa. Legítima defesa? Sim, é verdade! Mas é uma legítima defesa PUTATIVA.








