há mais de 2000 anos já se sabia!

Cuidado! Vê o que acontece se não participares. Já Platão o sabia. Quantos mais milhares de anos serão necessários para tu também o saberes?

A injusta repartição da riqueza!

Consideras justa esta repartição da riqueza? Então o que esperas para reinvindicares uma mais justa? alguém que o faça por ti? Espera sentado/a!

Não sejas mais um frustrado/a!

Não há pior frustração do que a que resulta da sensação de que não fizemos tudo o que podiamos!

Mostrar mensagens com a etiqueta verdade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta verdade. Mostrar todas as mensagens
"EU FICARIA COM O PETRÓLEO" - A VERDADE DE DONALD TRUMP


Donald Trump, o desbocado Donald Trump, no seu estilo inconfundível, disse o que os políticos Estado Unidenses pensam, mas raramente têm coragem de dizer: "Eu ficaria com o Petróleo".

Disse-o a propósito da sua sugestão para combater o ISIS: tomar-lhe os campos de petróleo iraquianos (da Síria não falou; dessa nem ele fala) e usar esse dinheiro para financiar a operação militar que executaria tal operação. Depois, disse ainda, "usaria o dinheiro para tomar conta (take care) dos - pobres, n.d.r. - veteranos de guerra.  O jornalista da CNN, sempre cordado, de forma muito envergonhada perguntou: "e esse petróleo não deveria ser entregue aos Iraquianos"?

E foi aqui que Donald Trump disse o que pensam - e fazem - os políticos dos EUA desde que me conheço (pelo menos): "dar-lhes-íamos uma parte, talvez, mas a maior parte ficaria para nós"!

E quem fala verdade não merece castigo! Este pelo menos diz o que pensa! 

Livrem-nos de um mundo gerido por um escroque destes... Pensem em Bush elevado ao quadrado e têm Trump. Lembram-se de Rumshfeldt, o político mais sinistro da história contemporânea? Bem... Não consigo imaginar pior!

Quem faz as notícias? Quem paga... Quem paga defende o que é seu!

Este breve documentário mostra-nos o porquê de chamarmos à comunicação social "mainstream" de comunicação social corporativa. Num breve filme, o jornalista Espanhol mostra-nos a teia de relações que determinam o caráter "corporativo" da comunicação social que nos entra pela TV adentro. Notícias encomendadas, notícias censuradas, verdades negadas... Um rol de factos denunciadores de toda uma trama que passa ao lado de muitos. Infelizmente, com uma comunicação social assim, só nos resta o "ver para crer" e o "duvidar sempre". Vejam por vocês mesmos:

Noticia e desmentido, a verdade da comunicação



Enquanto ouvia Cavaco Silva dizendo na sua conhecida voz de cana rachada: “Portugal tem hoje uma economia sustentável e em plena recuperação”; ouvia, o ministro da Presidência Marques Guedes, na sua implacável e infindável capacidade mistificadora, justificando: “o PIB recuou 0,7% no primeiro trimestre de 2014 devido ao encerramento da Autoeuropa e da refinaria da Petrogal em Sines”.

O medo e a insegurança, características das idades médias



A realidade apresentada e a realidade concreta

Toda esta questão Ucraniana tem-me forçado a uma reflexão profunda. Uma reflexão quanto às nossas capacidades de descodificação da realidade concreta, por entre uma imensidão de informações e contra-informações, de carácter propagandístico ou não, das quais nem sempre – ou quase nunca – é possível identificar os seus emissores originários e as suas reais intenções.

A grande conclusão que retiro deste emaranhado de verdades difusas e incoerentes é a seguinte: a realidade que nos é apresentada – não confundir com a realidade concreta e objectiva – é cada vez mais complexa.

Perante tal complexidade surge uma questão de grande pertinência: como não nos perdermos no meio de tanta confusão? Em que é que devemos de acreditar? Em quem?

A importância dos princípios

As questões levantadas não possuem uma resposta tão objectiva e final quanto desejável. Contudo, julgo que a resposta está mais no plano dos princípios. Para não nos perdermos teremos de remontar aos princípios.

Expliquemos melhor esta ideia, levantando uma outra questão: porque é que na idade média a humanidade encontrou a resposta em deus? Talvez porque, perante uma realidade que mudava todos os dias e que se caracterizava pela instabilidade, a crença em princípios estáveis e imutáveis (mesmo que morais, emocionais…) ajudava a encontrar um caminho por entre toda a confusão.


A mudança constante da realidade é uma característica das idades médias

Ora, a ideia de que, nunca como antes, a realidade quotidiana se caracteriza pela constante mudança, é falsa. Falsa? Sim falsa. Basta ler qualquer livro de história da idade média para perceber que a instabilidade era “a característica” dessa sociedade. O poder, as condições materiais de vida, os governantes, as fronteiras, as famílias, os amigos, mudavam a uma velocidade impressionante. A ausência de lei, de direito, de ética no plano político, fazia com que uma pessoa do povo sentisse uma insegurança tremenda quanto ao futuro. De repente, uma família com vários filhos, com uma vida estável, podia, perante uma guerra, uma desordem, um desmando ou abuso de poder, ficar sem nada.

Qual a diferença para hoje? A informação. É que hoje vivemos na sociedade da informação. E perante o excesso de informação, sentimo-nos ainda mais perdidos, principalmente quando, ao contrário do que se passava na idade média, se anunciou a morte de deus, das religiões e, ainda mais importante, numa perspectiva civilizacional, das ideologias politicas. Ou seja, aquilo que o homem medieval tinha como imutável (a religião), o homem pós moderno não tem. Sente-se ainda mais perdido.

Hoje muda tudo muito depressa? Há mil anos atrás também!

Esta ideia de instabilidade com que nos atingiram, contrária às enormes conquistas civilizacionais conseguidas durante o século XX, representa a prova maior de que entrámos, profundamente, numa idade média.

Após um século de avanços enormes, no direito, na organização do estado, na economia, na igualdade de oportunidades, na segurança social e na estabilidade da vida, o que permitiu planear o futuro e apostar na evolução individual e colectiva, com benefícios inquantificáveis para toda a humanidade, eis que se nos apresenta, como novo e moderno – qual destruição de Roma pelos bárbaros – um estado de instabilidade, que nos é vendido como inevitável e inexorável.

Provando a história que não existem inevitabilidades, que a idade média teve fim e que a resposta para a barbárie é a civilização, a verdade é que a barbárie volta sempre. De novo se anunciam as guerras territoriais, as guerras pela riqueza, as corridas ao armamento e a exploração do povo como forma de obtenção de riqueza e de submissão aos interesses das classes sociais dominantes.


A instabilidade apresentada como inevitável
nada mais é do que um instrumento de domínio social

De novo se anuncia a ganância do dinheiro como a fonte de todos os males, substituindo-se, apenas, o anterior papel da igreja. Actualmente, nesta idade média, são os mercados que representam o poder omnipresente e omnipotente que representava deus, na idade média.

Se na idade média não se podia provocar a ira divina, sob pena das maiores misérias, no século XXI, o século medieval pós moderno e pós civilizacional, não podemos provocar a ira dos mercados. Resultado? Todas as dimensões da nossa existência (trabalho, família, consumo, estado…) têm de funcionar em prol e no interesse dos “mercados”. Senão, as maiores misérias se anunciam.

Neste ponto surge mais um paralelo histórico. Se antes a vida tinha de se acomodar aos trâmites da igreja para aplacar a ira divina, agora tem de se acomodar aos mercados, senão…Misérias inimagináveis atingem os países e a humanidade.

Tanto numa, como noutra situação, a acomodação da vida aos interesses superiores de um ente supra material, não liberta ninguém da miséria. Ou seja, sê miserável porque senão, ficas miserável.

A história tende a repetir-se, porque os actores são sempre os mesmos

Na idade média, dizia-se ao povo que tinha de viver como Cristo enquanto o clero e a nobreza viviam no fausto. O povo era explorado e não podia enriquecer até porque, se tal acontecesse, castigos tenebrosos recairiam sobre os pecadores. Então, miseráveis tinham de continuar para que não fossem vítimas de uma miséria maior (como se tal fosse possível).

Actualmente dizem-nos, temos de apertar o cinto, temos de levar com a austeridade e temos de empobrecer. Se não nos tornarmos miseráveis os mercados atiram-nos com uma miséria ainda maior. Enquanto ficamos pobres para não ficarmos pobres, as classes dominantes (clero, nobreza, alta burguesia) andam no fausto como andavam na idade média anterior. E nós temos de levar com isto porque senão, ái de quem levar com ira dos mercados e dos investidores…

Hei-de voltar a este tema outra vez, contudo, julgo que esta comparação histórica, a meu ver, nada exagerada e absolutamente real, nos permite constatar o quão acelerado está o processo de “medievalização” das nossas sociedades contemporâneas. Ainda não chegámos ao extremo? Claro que não. Ainda estamos no princípio.  Mas o sentido é claramente descendente e senão o travarmos, chegamos ao extremo, com toda a certeza.

Reafirmar princípios experimentados para travar a “medievalização”

Daí que eu volte ao início, acabando como comecei. Temos de remontar aos princípios éticos, filosóficos, ideológicos e científicos. Não nos podemos perder no meio da informação difusa que nos enviam. O sistema dominante tem como objectivo a corporização da mesma ideia reaccionária que tinha a igreja nos tempos da inquisição. A ideia de que se não nos submetermos, estaremos desprotegidos face à ira de um ente superior e inatingível. Antes era o Deus católico, judaico ou muçulmano, hoje são os mercados. As classes dominantes sempre encontraram formas de domínio e exploração através do medo e da sensação de insegurança. A sua grande arma sempre foi essa, o medo do amanhã.

A grande arma de domínio é o medo do futuro

A solução, mais uma vez, é percebermos quem fomos o que tivemos e o que deveríamos ser. A solução é não termos medo do amanhã, porque o amanhã pode e deve ser construído por todos e cada um de nós. O futuro é o que nós quisermos que seja.

Assim, se os últimos 50 anos do século XX nos permitiram construir as sociedades mais justas e evoluídas de sempre, porquê abandonar esse processo? Porquê desistir dele? Porquê desistir dos princípios e das ideologias libertárias e humanistas que os corporizaram?

O tempo é de reafirmar como nunca esses princípios. O tempo é de dizer à reacção que não queremos o seu domínio. O tempo é de dizer que o caminho se faz para a frente e não para trás e em nenhum momento o atraso poderá ser visto como uma coisa boa ou desejável. O tempo é de dizer que esta estratégia de dominação pelo medo e pela instabilidade é, por demais, conhecida e indesejada. O tempo é de lutar pelo amanhã e não de ter medo dele. O tempo é nosso, é de todos os que não se acomodam.

Não prescindam dos princípios que nos deram a sociedade mais evoluída de sempre. Não prescindam dos princípios que obrigaram o capital a aplacar a sua sede sanguinária de riqueza e poder. Não permitam que apresentem ideais libertários como ultrapassados.

Um ideal progressista, humanista e libertário nunca é ultrapassado. Nunca o poderia ser.

Não prescindam a esperança num futuro melhor, senão, não vos sobra nada porque viver e lutar.

Notícias da "Vampirada"





Milagre, Milagre, Milagre….

Afinal, ainda acontecem milagres. Isto deve agradar sobremaneira ao Papa Chico e aos adeptos das visões de Fátima. É claro que não se trata de um dos segredos de Fátima, mas, mesmo assim, constatei o acontecimento de mais um milagre em solo nacional. E este, meus caros, este, nem Deus nosso senhor poderia adivinhar.

João rendeiro, grande banqueiro, gestor, investidor, empresário, empreendedor, conhecido assaltante de milhares – senão milhões – de bolsos e bolsas, mais eficaz do que o “gang do Multibanco” todo junto, senhor de elevadíssimos padrões morais e éticos, prossecutor de profundíssimos princípios como “mais vale um pássaro não mão…” Ou, “o que é meu é meu, o que é teu é nosso”, este senhor, espécime da mais alta estirpe vampírica nacional, finalmente, e como que por milagre, foi acusado do crime de burla qualificada.

Burla qualificada? Burla é o crime típico dos financeiros e, regra geral, em Portugal, a não ser para salvar o portas (com braga gonçalves da moderna) ou, o caso de vale e azevedo, nenhuma figurona era, sequer, constituída arguida.

É claro que já estou a ouvir uma infinidade de gente, conhecida de todos nós, a vir para a televisão atestar a “honorabilidade”, a “hombridade”, a “incorruptibilidade” e a “competência” de rendeiro. Será uma chuva de gente a dizer que colocaria a cabeça no cepo por rendeiro, se disso dependesse a sua salvação. Todos eles o fazem apenas com uma preocupação em mente – o medo de que o precedente se alargue às suas pessoas. Ou seja, têm medo de ser presos.

Imaginem que, por cada pilha galinhas que fosse preso, acusado ou constituído arguido, , uma infinidade de pessoas do mesmo estatuto social, aparecesse na comunicação social a defender a sua honradez. Imaginem que, um traficante de droga é preso e, nesse mesmo dia, as televisões desse país iam entrevistar, questionar e pedir para opinar, um conjunto de colegas de profissão. O que diriam eles do seu colega traficante? Diriam que era traficante? Ou diriam que a justiça é “injusta” e que o visado é “bom rapaz”, ordeiro e cumpridor?

É por isso que, a constituição como arguido de joão rendeiro, constitui um verdadeiro milagre no quadro judicial nacional. Desde quando é que se pensou ser “cientificamente” possível um ex-presidente da cmvm, o ex-presidente de um banco (BPP), um presidente de fundações (Ellipse e luso-brasileira), alguém da mais alta estirpe burguesa e mercantil, ser objecto de um processo criminal? Só em milagres…Só em milagres.

Vamos ver o que dá…espero que não seja como o de Fátima.


A sujidade da “manch”…ete.

O cheiro pútrido e pungente, de cadáver em avançado estado de decomposição, que emana de rui machete e de tudo o que ele representa, é a prova viva – ou, antes, morta – do que expus no comentário anterior.

Todos conhecemos a rábula da “inverdade”, imprecisão, omissão, esquecimento, que sucedeu no caso machete/BPN. Todos percebemos que o que passou foi que, como carta de apresentação ao povo, este ministro decidiu dar um cheirinho de mentira e falsidade. Cheirinho esse que já havia deixado o seu odor, na rábula do CV, do qual, tinham sido apagadas a menção às suas actividades no âmbito do BPN.

Este ministro de cavaco estava devidamente apresentado. Era mais um congénere de outros protegidos do pobre professor reformado. Casos como lima duarte, dias loureiro ou rendeiro vieram-nos imediatamente à memória, como exemplos do zelo de cavaco pela agregação à sua volta dos profissionais e políticos mais capazes. Pelo menos, os mais capazes de extorquir o erário publico, em benefício dos grupos económicos.

Depois de, um após outro, aos poucos, à custa de muito milagre, água benta e não pouca-vergonha, um ter caído atrás do outro (o duarte lima até aos tiros andou), machete teve uma segunda oportunidade de reabilitar.  Mas isto de se ser cleptomaníaco, que o diga o vale e azevedo, custa a passar. Já a mitomania também deve ser difícil de tratar, ainda mais num pais destes e com um governo dominado por mitómanos.

Desta forma, podemos designar o retorno de Machete como o retorno do filho pródigo. Ou seja, num governo de mentirosos, retorna para governar um outro mentiroso. E a compulsividade   mitomaníaca de Machete é de tal forma intrincada que ele sai de uma mentira e mete-se logo noutra.

Agora foi em Angola. Não só violou o segredo de justiça, como violou o principio da separação de poderes, como mentiu ao dizer que consultou a procuradora geral do ministério publico, como mentiu, em Portugal ao dizer que na entrevista em causa tinha, ele próprio, chamado à atenção para o segredo de justiça. Ora, aí está uma coisa que, mesmo após 3989 audições da referida entrevista, eu não consegui ouvir, nem num “ruidito” de fundo. Portanto, a mitomania de machete também lhe dá para o fantástico.

Por fim, como se não fossem mentiras que chegassem, ainda pediu desculpa a alguns angolanos, assim da sua laia, por o estado Português estar a cumprir o seu papel de estado de direito ao investigar judicialmente alguns criminosos. É demais.

Demais, demais ainda, é o passos coelho vir dizer que o ministro nada fez de mal. Bem, num governo de mitómanos, de mentirosos compulsivos, esta declaração de coelho dá-me um certo conforto. É que pela primeira vez algo que o passos coelho diz tem um sabor a verdade. É que como mente sempre, quando ele diz que o ministro nada fez de grave que mereça a demissão, mais uma vez ele está a mentir. Ou seja, para passos é claro que machete fez muito mal. Apenas não é possível a passos reconhecê-lo. Então, como mitómano que é, resta-lhe mentir.

Isto tresanda a sério!


França lança aviso sério à democracia europeia!

Há coisas que esta cambada de ultra liberais, selvagens financeiros, guarda-livros empedernidos e economistas anti-sociais ainda não entenderam. Esta onda de concentração de riqueza, de extorsão social e de apropriação do erário publico pelos grupos económicos que geram pobreza, miséria e desigualdade, ou se inverte ou, não tenham qualquer dúvida, vai custar-nos a democracia e a liberdade.

Quando um regime não responde às necessidades do povo, haverá sempre quem seja perito em explorar a amargura do sentimento de impotência, daqueles que estão fragilizados demais para lutar.

Este aviso, que para quem cá não anda a dormir, ou ocupado a extorquir para enriquecer alguém, tem um sabor a história e apresenta-se quase como um dejá-vu.

A verdade é que em França a Frente Nacional, partido de extrema-direita, ganhou eleições locais em Brignoles. Já quanto às eleições europeias, este partido aparece como muito bem colocado. Isto, meus caros, é extremamente preocupante e não podemos deixar de imputar responsabilidades aos “holandês” deste mundo.

Holande, quando foi eleito, fazia e acontecia. Era um tal de falar grosso à Merkel. A Europa ia mudar, pensavam os socialistas da “terceira via”.  “Agora vai haver mais equilíbrio”,  dizia-se por essa Europa fora.

Esta vitória da extrema direita em França dá-nos a resposta às questões que possamos colocar sobre a politica de Holande. Austeridade, miséria, destruição do estado e dos serviços públicos, foi isto que Holande representou. Mas representou mais…Representou a falência dos partidos do centro e perante tal falência, com o colapso dos sistema politico quem ganha são os populistas e os demagogos.

Ou, todos juntos, conseguimos criar uma alternativa humanista e libertária, ou isto vai custar-nos caro, muito caro.