Uma
população sem pátria, sujeita a recolher obrigatório, rodeada por um mar e por
um muro, sujeita a um embargo económico, privada de exercito para se defender,
privada de trabalho, dos mais básicos direitos humanos, espoliada das melhores
terras, das melhores reservas de água e de energia (agora ficaram sem central eléctrica)
… Jovens
e crianças sem futuro, sem liberdade, com as famílias presas, oprimidas,
refugiadas, deportadas ou mortas, sem qualquer perspectiva de vida e com um
sentimento de impotência enorme face ao opressor…
Num
quadro destes é de admirar que sejam as forças extremistas a ganhar terreno político?
Por acaso, a posição mais tolerante da Autoridade Palestiniana na Cisjordânia,
trouxe o tão ansiado respeito pela existência do estado Palestiniano? Trouxe o
fim à opressão Israelita?









