há mais de 2000 anos já se sabia!

Cuidado! Vê o que acontece se não participares. Já Platão o sabia. Quantos mais milhares de anos serão necessários para tu também o saberes?

A injusta repartição da riqueza!

Consideras justa esta repartição da riqueza? Então o que esperas para reinvindicares uma mais justa? alguém que o faça por ti? Espera sentado/a!

Não sejas mais um frustrado/a!

Não há pior frustração do que a que resulta da sensação de que não fizemos tudo o que podiamos!

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QUANTO PERDEMOS TODOS


Um país, uma democracia, uma nação, que no momento mais importante da sua história colectiva, passa uma campanha eleitoral a discutir tudo, menos as soluções possíveis para os seus problemas, tal alienação só pode ter um resultado: A SUA PRÓPRIA DERROTA! A DERROTA DE TODOS NÓS!




Gas, petroleo e muita desinformação, para variar

Petróleo e Gás em Portugal? Quem bom! Dizemos todos em coro, dando voz a uma ténue esperança de que todos os nosso problemas e insuficiências se resolvam sem que necessitemos de "mexer uma palha".

Como já foi noticiado, quer no Algarve, quer na região Oeste, quer provavelmente noutros locais da nossa enorme plataforma continental, a possibilidade real de se iniciar a extracção de combustíveis fósseis é muito grande. Isto claro, quando e apenas quando, tal interessar às grandes corporações petrolíferas, atrás das quais os nossos governantes avidamente se arrastam.

Agora, o que é que o povo sabe sobre este processo? O que é que foi noticiado? Quem é que tem sido envolvido, das comunidades locais às organizações sociais e democráticas nacionais? Muito pouco se tem ouvido falar, aliás, tudo muito dentro da lógica informativa da nossa comunicação social. Pouco inquisitiva dos poderes reais (e muitas vezes, dos formais também), pouco plural e pouco esclarecida.

Todos ouvimos falar de que a concessão destas explorações teria de ser atribuída a petrolíferas privadas. São elas que detêm a tecnologia e o know how. Chegámos a ouvir falar de uma contrapartida de 0,20€ o barril de petróleo extraído. Muito dinheiro, sem dúvida, principalmente quando se vende o mesmo barril, nos mercados internacionais, a valores acima dos 100€.

Como sempre, este assunto, tal como outros, não foi democraticamente tratado, nem do objecto da informação esclarecida, esclarecedora e plural que seria própria de uma comunicação social que se diz livre. Para estes senhores, a liberdade existe desde que sejam livres do estado. Já no que respeita à liberdade que têm em relação a outros poderes bem mais insidiosos, autoritários e antidemocráticos...

Bem, mas um dos aspectos mais sensíveis de toda esta problemática tem a ver com as técnicas de extracção. Ouviram falar alguma coisa sobre as técnicas de extracção a utilizar? Eu também não! Pelo menos até tropeçar, na internet, em algumas noticias sobre a contestação do povo Romeno à petrolífera Americana Chevron.

Pesquisei um pouco mais e descobri que, uma das técnicas de extracção que estão em cima da mesa para Portugal, a principal, consiste no "Fracking". Basicamente, trata-se de uma técnica de "pressurização hidarulica" que consiste na injecção na camada rochosa, a altas pressões, de água adicionada de componentes químicos diversos. Esta pressurização abre fissuras na rocha, cuja abertura é mantida pelos químicos que estão na água, sendo por estas fissuras que os fluidos fósseis migram dos seus reservatórios naturais para o poço entretanto construído.

Até aqui tudo bem, pois esta técnica é utilizada desde 1947. Contudo, então porque é que na Roménia se contesta tanto? Porque é que na França, Canadá, África do Sul, Inglaterra, para falar de apenas alguns, esta técnica, ou está proibida ou suspensa?

É aqui que a desinformação actua, e tem actuado ao longo destes anos, por acção da actividade corruptora das gigantes corporações petrolíferas.

Quer dizer, adjudicam-se concessões a corporações que vêm desenvolver trabalhos com impacto ambiental profundo, sem serem realizados quaisquer estudos de impacto ambiental; sem se envolverem as comunidades locais; sem serem aplicados quaisquer mecanismos de controlo democrático.

Infelizmente, esta situação é típica de um país à procura de si próprio e dominado por uma elite subserviente aos mais autocráticos poderes financeiros.

Força Povo Romeno, corram com essa cambada daí para fora.

Pontes para o futuro? Ou para o passado?


Bem... Depois do mais que provável chumbo do governo - usando o chapéu do Sistema de Segurança Interna - à marcha da CGTP-IN, muita água irá, ainda, correr debaixo da ponte. Nunca se aplicou tão bem esta expressão idiomática.

Depois das feijoadas, das maratonas, meias maratonas, mini maratonas e outras festas que tais, eis que o governo da republica encontra, finalmente, um evento para o qual a ponte não serve. Já se tinha feito lá de tudo, só faltava fazer uma manifestação. Eis aqui, finalmente, um evento para o qual a ponte não reúne condições de segurança.

Quer dizer...A ponte serve para lá passar o passos coelho, serve para lá passar o cavaco, o portas, machete e outros que tais, mas para passar o povo em marcha...Isso é mais complicado. Como diz o outro...Tem o acesso bloqueado. Bem, na sequência dos cortes governamentais na nossa bolsa, cortaram-nos também o direito a passar na ponte a pé e a andar. Se calhar, se fosse a correr...ou a pedalar...

Claro que agora, especulativamente, podemos levantar algumas questões: E se, em vez da CGTP-IN, a marcha fosse marcada pela EDP, Continente, BCP, GALP? Ou, e se em vez de ser uma organização dos trabalhadores - a CGTP-IN - fosse uma organização capitalista ou mais elitista? Ou, imagine-se, que a AMI, a Fundação José Manuel dos Santos e o banco alimentar da senhora jeunet marcavam uma marcha contra a "pobreza e a fome"? Aceitaria o governo? Talvez...Não é? E então se tivesse lá o patrocínio da Santa Casa...

Bem...Se calhar deveria chamar-se o mexia, ou o bava, ou o belmiro (não sei se o catroga ainda aguentaria). Um destes tipos, aliado a uma marcha pedonal sob a égide da cidadania, ambiente e responsabilidade social...Meus caros, assim até o passos pegava na bandeira.  Ou então, chama-se o livro do Guinness e diz-se que se vai montar, com a senhora jeunet, a maior sopa dos pobres do mundo. Ah... com o portas como cozinheiro.

Haveriam muitas iniciativas com enquadramento de segurança na ponte. Agora, uma marcha da CGTP-IN? Nem pensar. E passos pensa: "a CGTP-IN a fazer uma marcha numa ponte que já teve o nome  do meu adorado ídolo"? "Nem pensar"!

Diz o SSI que o grande problema está relacionado com o número de pessoas que estarão presentes.Mas o que é que o SSI pensa que é a CGTP-IN? O IEFP que não se consegue certificar quanto ao número real de desempregados? Ou o gaspar que não consegue acertar em número nenhum? Ou a Ministra das finanças que não sabe se sabe o quanto sabe sobre os swaps de que nada diz saber? Ou o machete que não sabe quantas acções da SLN e BPN tem?

É verdade que é difícil estabelecer quantas pessoas irão estar no tabuleiro da ponte. Pudera. Depois do que este governo tem desgovernado... Deve ser uma contabilização difícil de fazer, pois já não podem culpar apenas os 10% de comunas. Têm que adicionar mais umas quantas dezenas percentuais. As autárquicas que o digam.

Por outro lado, acho que mesmo o melhor é fechar a ponte para sempre, uma vez que não sabemos, dia a dia, quantos carros é que vão cruzar a ponte, por decisão dos seus condutores claro. Sendo impossível essa contabilização, não julgo estarem reunidas as condições de segurança. Não acham?

Bem, para a CGTP-IN, claramente a ponte não pode constituir "uma passagem para a outra margem". Será, a ponto, apenas "uma miragem"?

Num governo bloqueado, emparedado e desconjuntado, de facto, não faz sentido nenhum falar de pontes. Muito menos pontes por abril. Para o governo de passos e portas apenas se podem erguer barreiras entre abril e o presente. POntes? para eles pontes só para Março de 74. É a única ponte que procuram...a ponte oliveira salazar.

E nós? Nós? Nós queremos a ponte por Abril...não é? A ponte 25 de Abril.

Todos à ponte.




Nova receita económica...Não perca! O SWAP do Século!




Suspense.............................



Luzes..................................




Acção (des)Governativa.............................................



Já sentem o medo? O pavor? O terror?





Agora é que vão ser elas............................


Poucos conseguem ver, ainda menos sabem e apenas meia dúzia determinam o que estes rapazolas são capazes de fazer................


Nada nos salvará desta última medida (des)governamental........................





Gostaram?.............................

Agora é que vão ser elas...................................


Onde chega o indecoro deste (des)governo.........................


Tenham sonhos Côr de...........Trevas......................AH.AH.AH!



Swaps para todos os gostos. Cambiais, juros, cerebrais, éticos...Promiscuidades!

"Só ouvi falar dos Swaps através de rumores de mercado". Foi assim que a Ministra das Finanças respondeu ao país, quando confrontada com a declaração de um deputado da oposição, em que este deduzia, por razões óbvias, que a Drª Margarida Albuquerque (em tom nasalado) teria conhecimento dos Swap.

Bem, não se pode garantir que, depois desta conversa toda sobre os Swap, o povo Português tenha percebido o que são, realmente, os SWAP. Isto já, no entanto, habitual. Faz-se uma explosão e não se explica o que causou essa mesma explosão. Mas o mais importante foi o "Swap ético" da senhora ministra.

Depois de a senhora ter aprovado, apresentado, analisado, especulado, defendido, impingido, empurrado, destacado e misturado todo o tipo de swap, dos "swap de cambio" aos "swap de juros", numa panóplia de relações intimas mais do que provadas, comprovadas, ratificadas, validadas e confirmadas, entre a sua mente os swap - podemos imaginar, de forma fértil, que outro tipo de relações poderá ela ter estabelecido com, através e por entre os swap - eis que, numa pirueta e meia, a Margarida Albuquerque (em tom nasalado) teve um ataque de amnésia. Amnésia? Sim, amnésia.

Que outra explicação haveria para o facto de a senhora ministra ter, súbita, misteriosa e oportunamente, olvidado correspondência por si assinada, mails por si enviados, relatórios por si concebidos, autorizações por si emitidas e responsabilidades por si assumidas? Qual a explicação para tão grande apagão mental? Ah...Pois é...Não têm. Mas eu tenho, ai se tenho!

Primeiro, que fique bem claro: não, a senhora ministra não mentiu aos órgãos de soberania, aos jornalistas, aos portugueses, ao povo e a todo o ser vivo que foi capaz de a ouvir e ouvindo, perceber! Tem de ser assim porque não tenho a certeza que os Passos Coelhos estejam neste patamar. Só isso explicará, também, a classificação desta polémica como "lengalengas". Para quem já nos chamou piegas por não gostarmos de ser roubados, enganados, extorquidos, chantageados e outros "ados" que não quero referir, já nada é de admirar. A senhora Ministra mentir? Não....Que coisa...então ela lá era capaz disso? Nem pensar! Posso enumerar-vos uma palete de comentadores politiqueiros da nossa comunicação corporativa, capazes de atestar, sem margem possível de erro - a sua perfeição não o permite - a idoneidade moral da senhora ministra. Como diria qualquer destes meios homens, meio plástico, a actuação da Margarida Albuquerque (em tom nasalado) sempre se pautou pela "honradez" e total "lisura" de processos. Como duvidar de gente tão imparcial, séria, desinteressada e defensores de causa alheia?

Ora, não tendo, portanto, mentido - tal não seria sequer possível, pelas provas irrefutáveis que apresentei - pois tal comportamento de mau gosto e educação só está ao nosso alcance, comuns mortais, desirmanados de qualquer seita ou lobbie politico, qual terá sido o motivo para tão evidente e colossal branqueamento (depois deste, só o branqueamento de capitais do Dias Loureiro, BES e BCP é maior)?

Falamos portanto de Swaps. Certo? Portanto, todos se lembram das promessas de Passos Coelho antes das eleições? E das promessas pós eleitorais? O que aconteceu com essas verdades absolutas proferidas aos portugueses? Foram mentiras? Claro que não...Como diria um deputado da maioria, nenhum Português acredita que o Primeiro Ministro anda aí a mentir por dá cá aquela palha! Então o que foram? Foram esquecimentos.

Lembram-se também - não se armem agora em governantes da maioria - do Paulo Portas dizer que o seu pedido de demissão era irrevogável? Ele não se lembra!

Lembram-se o Poiares Maduro dizer que as pensões de sobrevivência eram baixas? Ele também nãos e lembra. Afinal parece que são altas.

Lembram-se do Gaspar apresentar um plano infalível de recuperação da economia portuguesa? Sim...Ele também não se lembra.

Lembram-se do Pires de Lima dizer que agora é que iamos entrar na rota do investimento? É...ele também não!

Então não está na cara o que aconteceu? O problema é que a senhora Ministra das Finanças procedeu a um Swap de cérebro com o...Ângelo Correia!?!? Sim...O Ângelo Correia! Porquê? Lembram-se quem foi o primeiro a bancar, apoiar e promover o Passos Coelho? O Ângelo não se lembra. E como ele é um óptimo vendedor de banha da cobra e todo o tipo de produtos - em especial os da arábia - não é de estranhar que ele tenha impingido um Swap cerebral ao governo.

Passou dele para o Passos e do Passos para todos os outros. Daí que nenhum se lembre, inequivocamente, de qualquer coisa que tenha feito ou dito. E como gente tão honrada, séria e idónea seria capaz de mentir... Swap por Swap... Também pode ter sido um Swap ético, ou moral. Tipo...estes políticos, como têm missões a cumprir por quem os lá colocou, trocam de cérebro com ladrões (swaps cerebrais ou éticos) para se protegerem do risco (é para isso que serve um Swap) de lhes dar para a honestidade e para a seriedade. Só pode ser essa a explicação. Afinal, temos todos os deputados da maioria e mais alguns do PS a atestar a seriedade desta gente. Já para não falar dos avençados, assessores, empresários e consultores pendurados nos nossos impostos. É muita gente a atestar a sua seriedade.

Aliás, agora fica uma pergunta. Lembram-se da ultima vez que esta gente disse a verdade?

Ái esses Swap....


P.s. um deputado da maioria respondia a Bernardino Soares: "ninguém neste país acredita que um governo, num sistema democrático, utiliza o desemprego para baixar salários". Bernardino respondeu: "Meu caro colega...Isso está no memorando da troika!" vêem? Tenho ou não razão?