há mais de 2000 anos já se sabia!

Cuidado! Vê o que acontece se não participares. Já Platão o sabia. Quantos mais milhares de anos serão necessários para tu também o saberes?

A injusta repartição da riqueza!

Consideras justa esta repartição da riqueza? Então o que esperas para reinvindicares uma mais justa? alguém que o faça por ti? Espera sentado/a!

Não sejas mais um frustrado/a!

Não há pior frustração do que a que resulta da sensação de que não fizemos tudo o que podiamos!

Do “caos criativo” ao terrorismo – faces da mesma moeda.A contradição aparente



A contradição aparente

O que têm a ver o ISIS, a Arábia Saudita, o conflito Ucraniano, a guerra contra o terrorismo, o conflito na Síria, o Iraque e o Afeganistão? Todos são consequência dos desvarios de uma política imperial de domínio global, incoerente apenas na aparência, que visa a instituição de uma doutrina de “caos criativo”, impondo uma lei da selva, na qual o mais forte, os EUA, tenderão a ganhar!

Israel à força: o argumento único!





Uma população sem pátria, sujeita a recolher obrigatório, rodeada por um mar e por um muro, sujeita a um embargo económico, privada de exercito para se defender, privada de trabalho, dos mais básicos direitos humanos, espoliada das melhores terras, das melhores reservas de água e de energia (agora ficaram sem central eléctrica) … Jovens e crianças sem futuro, sem liberdade, com as famílias presas, oprimidas, refugiadas, deportadas ou mortas, sem qualquer perspectiva de vida e com um sentimento de impotência enorme face ao opressor…

Num quadro destes é de admirar que sejam as forças extremistas a ganhar terreno político? Por acaso, a posição mais tolerante da Autoridade Palestiniana na Cisjordânia, trouxe o tão ansiado respeito pela existência do estado Palestiniano? Trouxe o fim à opressão Israelita?


Israel-Palestine Conflict - Para básicos

Tenho gasto o meu latim a explicar o que se passa na Palestina. De cada vez que o tento fazer, confundem a minha condenação da força bruta de Israel com um suposto apoio ao Hamas. Como se para condenar uma injustiça fosse preciso cometer outra. Não, não é preciso sermos maniqueístas. Isso é o que o Império quer que sejamos. Vejam e partilhem.

A alternativa à "referência"



A história é dos vencedores? Certo! Mas, hoje em dia, podemos observar um novo fenómeno. É que, continuando os vencedores, na sua missão de estabelecimento para a posteridade, das suas “verdades” históricas, é curioso que, cada vez mais, surgem canais independentes de comunicação, relato e registo de factos, acontecimentos e conhecimentos. Assim, assistimos hoje em dia a uma bi-polarização das verdades históricas assumidas. Isto, ao mesmo tempo, que o poder absoluto corrompe absolutamente um sistema unipolar, cada vez mais autoritário e inflexível.

A putativa legítima defesa do estado de Israel




O Ocidente e o direito à defesa de Israel

Todos ouvimos o coro de figurões proferindo «Israel tem o direito a defender-se dos rockets do Hamas». São audíveis, também, depois de proferida a primeira condição, o costumeiro: «desejamos que a via diplomática prevaleça sobre a via militar». Ou seja, depois de legitimada a barbárie, coloca-se a alternativa diplomática. Uma espécie de primeiro a tortura, depois a confissão. Onde é que já vimos isto. Depois, justifica-se a "intervenção" com a legitima defesa. Legítima defesa? Sim, é verdade! Mas é uma legítima defesa PUTATIVA.